Os cristãos em Corinto ficaram muito tristes após receberem a 1ª carta de Paulo. Lemos em 2 Co 7.7-10 que esta tristeza produziu verdadeiro arrependimento! A Palavra de Deus é eficaz para nossos corações, sendo purificadora (Jo 15.3).
Porém, ainda havia discípulos que negavam que Paulo fosse um apóstolo de Cristo. Por isso, ele teve que escrever sua Segunda carta á igreja de Corinto, defendendo-se das acusações. Esta carta foi escrita 14 anos após a conversão de Paulo (2 Co 12.2).
É uma carta que nos mostra a pessoa de Paulo: suas aflições, preocupações e ansiedades (2 Co 4.5, 7.2, 10.8, 13-16, 11.4-32, 12.11-13).
Do início até o fim, a carta testemunha a suficiência (o completo alcance) da graça de Deus em toda provação e aflição. “A MINHA GRAÇA TE BASTA”, disse Deus á Paulo (2 Co 12.9). Qualquer que seja a tribulação (aflição), ela será, no máximo, passageira, limitada a esta vida terrena! (4.17-18).
Para consolo dos atribulados (aqueles que sofrem tributação), Paulo insiste: quando morrermos, estaremos com o Senhor (5.6-8); na hora da ressurreição herdaremos um corpo celestial (5.1-4) e a glória eterna (4.17). É justamente na fraqueza do homem que está evidente (visível) o poder de Cristo! (12.9-10). Leia 2 Co 4.8-9.
Qual o sentido da tribulação do cristão? (veja Dt 8.5, Hb 12.11, 2 Co 4.17, 12.9-10).
O que faremos com as promessas de Deus? 2 Co 7.1
Veja os sofrimentos do apóstolo Paulo em 2 Co 11.23-28, 12.7-9.
“E Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” 2 Co 5.15